
A VES nasceu na cidade da Covilhã, em Dezembro de 2008. Como é óbvio não poderíamos deixar de referir esta cidade neste site, pois é nela que praticamente todos os membros da equipa vivem e estudam, apesar de serem oriundos de outras localidades.
A Covilhã é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito de Castelo Branco, á porta da Serra da Estrela, com 36 723 habitantes. É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores de quinhentos, hoje uma Cidade com Univ
ersidade públic a (UBI). É um dos centros urbanos de maior relevo no interior, a par de Castelo Branco e Guarda. Está localizada a cerca de 20 km do ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre (1993 m) e o seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude. Num estudo elaborado pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.
História
O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de Vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. As duas
ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitia m o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa. A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das vilas mais importantes do reino pela sua população e riqueza".
A Covilhã é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito de Castelo Branco, á porta da Serra da Estrela, com 36 723 habitantes. É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores de quinhentos, hoje uma Cidade com Univ
ersidade públic a (UBI). É um dos centros urbanos de maior relevo no interior, a par de Castelo Branco e Guarda. Está localizada a cerca de 20 km do ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre (1993 m) e o seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude. Num estudo elaborado pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.História
O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de Vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. As duas
ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitia m o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa. A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das vilas mais importantes do reino pela sua população e riqueza".
Muito Bom!!!!
ResponderEliminarO passado não é para esquecer.